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Mostrando postagens de Fevereiro, 2009

Agenda Março - Suzano

04 a 31/3
Varal Literário
Todo mês é exposto no corredor do Centro Cultural Boa Vista os trabalhos de um (a) autor (a) da cidade.Neste mês a exposição fica por conta do escritor Marcos Pinheiro Maida.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Prefeitura de Suzano
Local: Centro Cultural Boa Vista, Rua Katisutosh Naito, 957 – Sesc/Boa Vista – Suzano - SP
Informações: (11) 4749-7556 GRATUITO

07/3 -16h
Pavio da Cultura

Todos os primeiros sábados de cada mês, o Centro Cultural Boa Vista, desenvolve o seu sarau com a presença da comunidade recitando poesias, cantando, dançando e se manifestando com sua arte. O homenageado é Lima Barreto.
Realização: Associação Cultural Literatura no Brasil e Prefeitura de Suzano
Local: Centro Cultural Boa Vista, Rua Katisutosh Naito, 957 – Sesc/Boa Vista – Suzano - SP
Informações: (11) 4749-7556 GRATUITO

14/3 - 16h
Cine-Cultura
Sempre no segundo sábado de cada mês, o Centro Cultural Boa Vista exibe um filme para a comunidade local.
Filme do mês: A história de L…

Sacolinha no Provocações

Escritor Sacolinha no programa Provocações da TV Cultura - Exibido em 09 de janeiro de 2009.

Parte 1

Parte 2


Parte 3

[INOCÊNC IA E, OU, FALTA DE CARÁTER... - UMA VISÃO DUAS DÉCADAS DEPOIS.].

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No principio era o Vazio Normativo, e, o Vazio Normativo continha a Administração, e, a Administração estava com o homem, e, o homem era a Administração, e, a Administração continha o Cronograma, e, o Cronograma continha o Fluxograma, e, o Fluxograma continha a Organização e Métodos, e, a Organização e Métodos continha a Normatização, ,e, a Normatização continha as Normas, e, as Normas são trilhas e não trilhos...

No entanto, em pleno terceiro milênio há aqueles que, diante da incapacidade funcional, fazem das Instruções Normativas um trilho e não uma trilha; e daí?

Daí que a flexibilização das normas é uma adaga de dois gumes, portanto, ainda que se deva flexibilizar as Instruções Normativas é-nos necessário definir de forma a neutralizar quaisquer viabilidades de insucesso no que tange a essas decisões.

No entanto, há proposições que, em conseqüência do auto risco e de conseqüências inesperadas, devem ser mantidas no trilho e jamais facilitar-se o seu acesso às trilhas administrativas …

[ASSASSINATO... - UM DEPOIMENTO CINCO ANOS DEPOIS.].

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Venha cá; puxe uma cadeira, ou melhor, o montinho de terra, tire as sandálias, sente-se, cruze as raízes, precisamos conversar...

Sobre o quê?

Sobre tudo, sobre a vida!

Não... – controle-se somente fale; eu escrevo ou gravo.

Como se vê, tens braços, mas não tens dedos, e, assim, não podes fixar a caneta, então, deslizo a esferográfica sobre a face do papel e sugiro na dança lúdica da mini-esfera desenhar as caricaturas das letras que compõem este texto.

Pretendem-se, juntos, trazer à luz o assassinato da tua vizinha ocorrido, lentamente, no cálice do sarcasmo, há exatos cinco anos, um arvorecídio culposo que reedita a falácia... - Arujá cidade natureza!.

Pronta; comecemos a entrevista, o depoimento, sou todo ouvido...

A Tabebuia Impetiginosa inicia a sua fala em língua tabebuiês. Primeiro, apenas, ouço, mas, depois, aciono a tecla “Record, em inglês”, do gravador; necessito gravar o depoimento do vil assassinato.

A Tabebuia Impetiginosa... – [Como se recorda, moramos em Arujá e eu, precisamen…

Soneto ao amor dos astros

Ó ser santo! – Ó ser lúbrico e profundo!
És tu, Ó Sol! – Que amas ao Lua e ao Terra!
Que em teus eclipses arujaenses o amor encerra,
No contato lúdico – ó astro ignoto e vagabundo!

És a Diana se encontrando com Endemião,
Que a noite, mãe caritativa, vem velar.
Entre as estrelas inextricáveis a brilhar;
O simulacro do amor de Isolda e Tristão.

Depois o Lua arujaense solitário, e, em solidão,
Recolhe-se do orgasmo intenso e em tempo vão,
E, aos espasmos lúdicos da melancolia.

No céu azul eivo de estrelas cintilantes e castas,
Aguarda o novo cio, e, creio; isto não lhes basta,
E, Rubião pasmado encontra a alma de Sofia.

Soneto à Sol e ao Lua

Diante da mais natural e crassa amua,
Ainda que entre os dois haja afinidade,
Pergunto, eu, com a razão e a sinceridade,
Por que a Sol não se casou com o Lua?

Seria – quem sabe? Por profundo lamento,
Ou, por uma simples razão de inconstância?
Por certo, não teria sido em logro da distância,
Mas, para evitar o alor ao desamor e ao sofrimento.

Que a Sol ame ao Lua, claro, eu não discuto.
Então, por que há no céu arujaense clima de luto?
E este impulso tão insano quanto alheio.

De especular, eu, deveras já estou farto.
Mas é porque o Lua, sim, mudou de quarto,
E, quando voltou, claro; já voltou cheio.

[Acordo Ortográfico... - um olhar crítico e nada mais.].

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Prudentia sapere est distinguire aliqu-una actione quae si quaerere et quod necessariu est evitare... – a prudência é saber distinguir alguma ação que se quer e é necessário evitar – antes que os inimigos de outros idiomas se levantem; eis em seguida a defesa – o texto que, a seguir ides ler, está atrelado à locução verbal [convém evitar].
Os primeiros fótons surgem no zênite do nascente, e, anunciam a alvorada do dia 20 de janeiro – é-me necessário o viver de mais um dia.
Preciso escrever... – mas sobre o quê?
Tomo a esferográfica que, ainda, dorme sobre a mesinha da sala de estar, escolho o assunto a abordar – ortografia – o mais badalado nestes tempos ignotos.
Para começar, na qualidade de Diretor de Cultura do Fórum de Debates Arujá – SP, em nome da Presidência, da Diretoria, dos Conselhos de Administração e Consultivo, bem como do elenco de membros, mais uma vez, faço deslizar a tinta sobre a face do papel, desenho os caracteres romanos para trazer à luz a polemica e dispensável muda…

Ademiro Alves (Sacolinha)

Currículo/Biografia
1983
Nasce no Hospital e Maternidade Pq. Dom Pedro II, em São Paulo, Ademiro Alves de Sousa, filho de Maria Natalina Alves e de pai não declarado.

1988
Ademiro começa a se sentir solitário na casa em que vive com sua mãe e seu padrasto. Proibido de sair à rua e ao quintal, e sem ter amigos, acaba adoecendo. Isso se torna freqüente até ele ir morar com a avó materna Geralda Alves de Sousa.

1991
Por completar idade em agosto, Ademiro só consegue ser matriculado na escola com oito anos. A partir daí passa a morar definitivamente com a avó no bairro de Itaquera em São Paulo.

1995
Com 12 anos vai entregar panfletos nos faróis das avenidas.

1997
Começa a trabalhar como cobrador de lotação no Metrô Itaquera.

1998
Muda-se para a cidade de Suzano.
Trabalha por seis meses como empacotador de mercadorias no supermercado.

1999
Volta a trabalhar como cobrador de lotação em Itaquera.

2001
Conclui o Ensino Médio sem ser reprovado em nenhum ano. Nesses anos ainda não existia a aprovação automática…