27 novembro, 2008

É sábado agora!

Pavio Erótico (Sarau)
Sábado, 29/11 - às 20h
Centro Cultural de Suzano
Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano - SP

26 novembro, 2008

Próximo lançamento

Lançamento dia 16 de dezembro - terça - 20h
Local: Centro Cultural de Suzano
Rua Benjamin Constant, 682
Centro - Suzano - SP

25 novembro, 2008

Nesta quarta!

A Secretaria de Estado da Cultura convida para o lançamento do livro

26 de dezembro de 2008
quarta-feira - 17h
Museu Afro-Brasil
Av. Pedro Alvares Cabral, s/nº
São Paulo - SP

23 novembro, 2008

[ANDRÉIA NA ZONA... - JAMAIS IMAGINEI.].


Não me recordo com exatidão, mas eram, aproximadamente, 06h 15m do kronoV quando o meu LG – KP 210 – o meu celular – me despertou do sono Alpha.

Abri meus olhos, e, automaticamente, lancei um olhar na direção do relógio penso à parede e de onde os ponteiros marcavam 07h 15m do kairoV – o tempo humano chamado de horário de verão.

Era-me o dia 24 de outubro – [2008], e, como sempre, teria um compromisso na cidade de Suzano...

Entrementes, enfio os pés na Havaiana que ainda dorme sob a cama, retiro do guarda-roupa uma toalha com o emblema do Corinthians; vou ao banheiro, tomo um banho, visto a calça de tactel na cor cinza, a camiseta amarela com o distintivo da Associação Cultural Literatura no Brasil; calço o meu par de sapatos marrom-avermelhado e me preparo para o meu desjejum.

Sento-me à mesa, tomo uma chávena de chá de Erva Cidreira adocicado com o mel das colméias do Alcebíades, engulo, literalmente, um pão francês com margarina, bebo duzentos mililitros de água mineral Cristal, e; saio.

Cumprimento no caminho apo Zé Guitarra, e, venço os trezentos metros de distância até o ponto do ônibus – linha Tupã/Rodoviária – onde encontro a Andréia.

Nada além da ilusão de quinze minutos e o coletivo surge semi-oculto pela curva à esquerda da Estrada do Retiro; adentro, abro o vidro contiguo para respirar o perfume das flores das [Eucaliptus Cinérea] que circundam a rodovia quando, ao fundo do velho Mercedão, visualizo a silhueta com ares de ampulheta da Andréia.

Bom dia!

Como vai?

Alguns minutos depois ela salta, mas eu continuo o percurso até o ponto final – preciso adentrar ao primeiro 273 – Arujá/Suzano – via Pinheirinho – eu vou colaborar no Projeto [Apetite Literário.].

Não obstante, quando passo pela Avenida dos Expedicionários, o que me estranha aos olhos? Nada mais, nada menos quando vejo que a Andréia, puritana, entra na zona – ela trabalha ali?

Bem; cada qual sabe de si; Deus de todos!

Retornando à origem – Arujá – apeio na Avenida Antonio Afonso de Lima, subo a Rua Euclides da Cunha, depois, a Praça Benedito Ferreira Franco onde, misto de estupefato e surpreso, eu vejo Andréia saindo da zona...

Verdade é; ela, a Andréia, ainda estava na zona...

Foi mais um dia de seu expediente na [Zona Azul] – o sistema de estacionamento instalado no Município de Arujá.

Isto aí!

11 novembro, 2008

[A GALINHA DESMASCARADA... - QUEM DIRIA?].



Mais uma vez, puxo a cadeira, abro a espécie de portfólio e, de lá, tendo vista que pretendo escrever, hoje, mais uma página de na mais crassa liça de escritor, retiro as minhas mais singelas anotações, e, assim, me darei ao luxo de, primeiro, pensar no que desejo grafar no papel.

Em seguida, não me dou por vencido, pego a caneta que, alheia a tudo, nada mais, nada menos, repousa na peça que, a princípio e particularmente, intitulo porta-lápis, estico sobre o tampo da mesa uma folha de sulfite e não me importo com o seu fabricante, mas que a extraio do pacote – é pretendo escrever um novo conto.

Boa idéia!

Um novo conto para ganhar alguns contos?

Sim; um novo conto...

Mas, conto sobre o quê, ou, sobre quem?

Bem; creio que me é o tempo oportuno para escrever sobre as peripécias da Maricota, e, cuja identidade, a menos que me provem ao contrário, pode ser acobertada ao longo do emaranhado de fonemas, de caracteres romanos e tudo mais, mas pode permanecer ocultas nesta seqüência cronológica das vernáculas.

No entanto, é-me necessário frisar – o que se vai expor não tem e jamais teve como cerne a finalidade de denegrir, em primeira instância o simulacro, e, depois, em segunda instância, o moral ilibado, até então, de Maricota; atrevida, alegre, faceira, bonita, ousada e sagaz e mais alguns [as] que, estranhamente, se deixa de revelar.

No dia-a-dia da eternidade em que vivemos, mal a luz da sol é-nos graça e, entrementes, fornece-nos os espasmos da sua energia e do seu calor; Maricota se esperta em todas as manhãs e se põe de pés, pois costuma pular da cama antes mesmo que as estrelas vespertinas desliguem, se é o fazem, os seus abajures multicores, se dobrem a intensidade da luz solar, e, finalmente, se recolham para dormir o justo sono do repouso.

Não obstante, é-nos importante frisar que, durante o dia, a Maricota arca com as responsabilidades de cuidar da alimentação dos filhos, do suprimento de água, da saúde, dos ensinamentos da vida, e, evidentemente, do moral ilibado e das regras do bom viver mediante interessantes conceitos sobre o moral e as Regras do Bom viver mediante conceitos apensos, ainda que de forma simbólica, à conduta.

Na vila onde reside, Maricota é benquista pelo seu espírito de honestidade e, também, da fidelidade contumaz ao Juvêncio, esse mesmo que, ainda que se quisesse; não se pode, evidentemente, negar; de vez em quando promove das suas escapadelas extraconjugais.

Todavia, Maricota é um simulacro santificado de fêmea, não obstante, Juvêncio mais se assemelha a um quadro – não importa se de Renoir, Picasso ou Di Cavalcanti, porém respingado de tintas inoportunas, e, por isso mesmo, profundamente, inverossímil à realidade.

Contudo, o que se pode asseverar é que é a vida uma imensa e verdadeira incógnita – é mesmo uma caixeta de surpresas, sujeita a influir; até mesmo nos ditos intangíveis do moral.

Estamos em uma segunda-feira; ela termina, vem a terça-feira, segue-nos a quarta-feira... – o tempo voa, os dias se sucedem; uns após os outros – é um sábado!

Do apogeu de sua estranha órbita, o lua astro imponente, enigmático em sua forma e aparência, derrama sobre nós não agora um manto de orvalho prateado, mas um manto de um tênue azul; quase turquesa, oriundo do chamado lua azul característico do fenômeno do segundo luar cheio, no mesmo mês...

Absorto nesses mais profundos e clássicos elementos da vida humana, não se pode deixar de apreciar quando, as primeiras estrelas lavam os rostos na vibração elétrica do universo, em seqüência, piscam os olhos de alegria como se fossem duas singelas contas deitadas no fundo do rio, e, oferta a boa noite a toda espécie de vida – quer seja a vida movente ou quer seja a inerte; a vida que inexiste.

Os filhos, como bons meninos dormem cedo e Maricota, agitada, sem toca CD, televisor ou aparelho de DVD, caminha, incessantemente, da direita para a esquerda, do norte para o sul, e, do leste para o oeste, ainda que, apenas, no pensamento, nos obscuros logradouros de uma cidade considerada natureza, mas, não necessariamente nessa ordem, ali mesmo, no interior da choupana.

De repente, veste o melhor dos seus vestidos, calça as sandálias da simplicidade, pinta os lábios e as unhas de um tom avermelhado, deixa as mãos ao natural, enlaça-se na bolsa que o Pierre Cardin criara, especialmente, para ela e sai.

O que irá fazer?

Passar o tempo na Augusta ou na São João?

Que importa?

Maricota é casada com o Juvêncio, não é menor de idade, é dona do seu nariz, não deve explicativos a quem quer que seja, e, como todo possui o livre-arbítrio...

Logo, o, o, o, o, o, o...

O adiantado da hora...

O adiantado da hora é o único detalhe que a minha mente, corrupta como a de todos nós, insiste em relembrar; Maricota tão cândida e pura o que fará nos escaninhos da vida?

Bem, é véspera do natal e como de costume me apronto e vou à igreja.

De fato já se passam vinte e oito minutos e trinta e cinco segundos e absorto, a ala leste do templo, de tudo me desconcentro perante as gentes de todas as idades.

Uma força estranha converte a minha vontade, manifestação livre arbítrio em, simplesmente, instinto quando, incondicional e instintivamente, ergo os olhos que, enfim, repousam na imagem de Maricota sorridente e serena.

Que faria, ali, àquela hora, pergunto ao meu cérebro incontinente...

Ele, atendendo; rebusca nas mais crassas reflexões e coordena a frase, espera fechar o semáforo da Farah Salim Maluf e detona a bomba relógio da resposta... – [Maricota não é a leviana que o meu intelecto, erroneamente, pré-julga, e, toda contente vem assistir a missa do galo Juvêncio...

Entenda quem puder entender!

10 novembro, 2008

Programação

Tributo a Steve Biko começa dia 13


Com o apoio da Prefeitura de Suzano, o grupo Pesadelo do Sistema promove nos dias 13, 14 e 15 de novembro uma programação especial em homenagem ao militante norte americano Steve Biko. As atividades serão realizadas no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi” (Rua Benjamin Constant, 682 – Centro - Suzano - SP), sempre às 20h. A entrada é gratuita.

Na quinta-feira (13), será exibido o filme “Um Grito de Liberdade”, além de intervenções culturais com um grupo de dança afro. Um debate será promovido na sexta-feira (14), com a participação de professores e lideranças do movimento negro, além de apresentação de hip hop. A programação será encerrada no sábado (15), com um sarau cultural com a presença de Sacolinha, Elizandra Souza, e grupos Denegri e Coletivo Griots.

13, 14 e 15/11
Tributo a Steve Biko
Local: Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi - Suzano - SP
Informações: 4749-7556 ou 8478-9565

Programação:

13/11 – 20h
- Dança Afro com Eliza Ferraz
- Exibição do filme "Um Grito de Liberdade"
- Hino à África

14/11 – 20h
- Debate-papo sobre o tema "O legado de Steve Biko", com as seguintes participações:

Gêgê, graduando em História na PUC-SP

King Nino Brown, lenda viva do movimento hip hop, fundador da Zulu Nation-Brasil

Fernanda Ribeiro, graduada em História pela PUC-SP

- Mediação: Biko, graduando em História na Universidade São Marcos, militante do movimento negro, membro do coletivo Griots.
- Apresentação Cultural: Hip hop com o grupo Pesadelo do Sistema.

15/11 – 20h
- Sarau dedicado a Steve Biko, com apresentações de Sacolinha, Elizandra Souza, Denegri e Coletivo Griots.

Realização: Pesadelo do Sistema Produção Artística Ltda.
Apoio: Prefeitura de Suzano

06 novembro, 2008

[I JUST CALLED TO SAY, I ACCEPT OBAMA; ISN'T LIE...- SÓ CHAMEI PARA DIZER, AACEITO OBAMA; NÂO É MENTIRA!].



Venha cá, puxe uma cadeira, se preferir tire os sapatos, deixe-os sobre o tapete bege da sala, beba um gole de água mineral, cruze as pernas, relaxe, aguce os ouvidos; necessitamos, e, muito, conversar.

Não – não se preocupe.

Quando enviei o e.mail –
josebentomonteirolobato@ceus.eternidade o convite; sabia, de antemão, que a conversa não caminharia com os minúsculos pés da facilidade, mas como autodidata falo, também, o idioma do pensamento – a telepatia.

Vamos aos fatos...

Verdade é, há sessenta anos do pretérito nada mais, nada menos, disseste:... – [The United States of American – nomes próprios não se contemplam com versões – será uma grande nação no dia em que eleger um presidente negro!].

Magnífica exclamação...

No entanto, a alocução é falha e ilusória na medida em que se trata de uma ironia – todos nós e, inclusive tu, ó Monteiro Lobato temos a convicção de racista ao extremo que, sob as névoas da história, semicômico nos escaninhos da vida, tu foste ao proferir semelhante profecia.

Um presidente negro!

Utópico ou não, a realidade é embalada pelos braços aconchegantes do resultado – Barack Hussein Obama é o novo presidente, simulacro da raça negra, eleito para administrar a maior potência do planeta.

Não obstante, e agora José?

A profecia se cumprirá na plenitude?

Narizinho, Dona Benta, Visconde de Sabugosa, personagens intangíveis da tua ficção se mostram reticentes, e, vis nada asseveram, tu, porém, que dizes?

Barack Hussein Obama, contrariando as antigas tradições racistas estadunidenses, é o decano da raça negra a ocupar a conhecida [White House] – a espécie de sessenta anos do pretérito, finalmente, se materializou no simulacro do Senador que, nas urnas, e, pelo voto do povo, se impôs a John McCain.

O que acontecerá de agora em diante?

Bem, esperamos que do racismo arraigado na sociedade estadunidense não se levante um novo [Lee Oswald] para exterminar o [John Fritzgerald Kennedy] da cútis do tom bronze – make love not war (faça amor, não faça a guerra), pois a humanidade somente será semelhante ao Criador no dia em que banir os preconceitos, dar-se as mãos, e, olhar a imagem de Deus em cada semelhante.

Em outras palavras, fica aqui a minha profecia; isto!

05 novembro, 2008

[A QUARTA GRANDE GUERRA MUNDIAL].




Uma Grande Guerra Mundial se faz com Instrução, Armamentos e Homens; esta é a grande e incontestável verdade em todos os tempos da historicidade humana.

No entanto, a despeito desse afirmativo, calçado na realidade histórica humana, disse [Josh MacDowell], um nobre escritor Norte-americano:... – [The man is corrupt from head to feet – o homem é corrupto da cabeça aos pés], o que, vias de regra, constitui uma das mais importantes verdades da vida humana.

E tudo começou a milhares de anos do pretérito...

Como se recorda, Adão, o representante da humanidade entendeu que devia desobedecer as ordenanças, a ele impostas, por intermédio do Direito Divino... –quis ser igual a Deus, e, tornou-se semelhante ao demônio.

A pergunta crucial é:... – [Como se forma um guerreiro?].

Simples!

Junte-se em uma batedeira nada mais, nada menos do que o cérebro inteligente de Ruy Barboza e de Murtinho Nobre, a genialidade das palavras de Joaquim Maria Machado de Assis, as mãos que ostentam as penas de José Bento Monteiro Lobato, o tórax de Cândido Mariano Rondon, as pernas prontas para escalar rios e matas de Jacques Costeau, o corpo inteiro de Marina Silva, conecte-se à corrente elétrica alternada fornecida pelas concessionárias, bata-se por, pelo menos, quatro anos na Universidade da existência, e, assim, teremos formado um excelente Exército para guerrear contra a maior das guerras da história de toda a humanidade.

Todavia, dir-se-á que, pelo menos até pouco tempo de um passado não muito distante, os rumores desta guerra era um enigma oriundo de um outro mundo, e, a despeito disso; querendo-se ou não; afeta a comunidade mundial, hoje, oscilante entre os seis bilhões e meio e os sete bilhões de indivíduos, estando patente em todos os lares do terceiro milênio, mas há uma luz no fim do túnel.

Não obstante, até o pouquíssimo tempo do pretérito, essa luz que ilumina no fim do túnel da existência humana era, por assim dizer, uma luminosidade projetada de um outro mundo ignoto e desconhecida... - [denominada – reciclagem.].

A dita reciclagem, aqui, simbolizada nesta estranha luz que emana de um outro mundo, e, adentra aos nossos domínios era, realmente, não uma coisa porque coisa não é nada, mas um costume de um outro mundo, uma vez que nas residências somente existia um saco de lixo para depósito de todos os dejetos orgânicos, fossem eles orgânicos ou secos, e, que, como se recorda, eram coletados pelas antigas Organizações Governamentais destinadas a tal coleta.

No entanto, as nações se modernizaram, os conceitos passaram por uma completa reavaliação, as Entidades que estão afetas a esse seguimento ditaram normas pertinentes, Constituições sofreram adequações, mas a humanidade; essa, sim, permaneceu inalterável diante do poder de corrupção que lhes macula da cabeça aos pés.

Demais disso, dada à tecnologia atuante e a necessidade de uma readequação a nova realidade em detrimento das alterações climáticas que estão, em se querendo ou não, afetando as condições de vida com base no carbono; recentemente, se iniciou todo um trabalho não só de planejamento, mas, também, de conscientização no que tange ao reaproveitamento dos materiais que, ainda que existam na natureza, são recicláveis, onde findo o estudo dos prós e dos contra, implantou-se, mundialmente, regras para que, coletando-se esses materiais – julgados inservíveis para uns – em servíveis e recicláveis para outros, determinando-se, para tal, que tais materiais fossem acondicionados segundo a sua classe e natureza, mediante a colocação em recipientes a eles predispostos... – surgiu efeito?

Sim, parcial!

A princípio, todo o lixo orgânico era enviado, juntamente, com o lixo reciclável para os chamados aterros sanitários denominados lixões ou para usinas de incineração; correto... – não! Nos dias da evidente atualidade do terceiro milênio existe uma outra finalidade para esses resíduos, e, a qual, se denomina – compostagem.

Dois questionamentos cruciais se formam nas nevoas da historicidade humana e nos escaninhos de nossas mentes corruptas pela influência do mal:

Primeiro...

- O que é lixo orgânico?

Por conseguinte...

- Afinal, o que significa lixo seco ou reciclável?

Dir-se-á que o lixo orgânico é constituído por toda espécie de detritos sujeitos a decomposição natural por deterioração das suas características originais; todavia, o lixo reciclável é determinado pelos materiais inorgânicos, geralmente e tais como, o papel, o papelão, os metais, et coetera; estas variáveis e que, no processo de reaproveitamento retornam, na maioria das vezes, à condição primitiva de matérias primas para a fabricação de novas caixas de papelão, todo um aparato de papel para a impressão dos livros e dos jornais que, em nosso dia-a-dia, estamos habituados a ler. Para a manufatura de latas de alumínio, e, toda uma faina de elementos facilitadores da vida moderna e cujos ventos da modernidade, quase sempre, nos utilizamos de forma estranha e desordenada.

Por isso, o mundo acaba de decretar a [Quarta Guerra Mundial], No entanto, ainda que nos lembre todo um aparato bélico, sem armamentos – é um conflito puramente estratégico no sentido da preservação da vida.

Trata-se da reavaliação dos costumes que implanta, mundialmente, a produção e o uso de um elemento facilitador da modernidade dos séculos vinte e vinte e um – as tão decantadas sacolas plásticas – tão mal utilizadas pela humanidade em quaisquer das comunidades que se pretenda analisar.

Quanto ao modelo de proibição – varia o entendimento e a formulação das leis, visto que, vis a vis, países como Deustchland, Netherlands, England, Ireland, Francia, Itália, Rumania – conhecidos de forma errônea por Alemanha, Holanda, Inglaterra, Irlanda, França, Itália, Romênia – já que, como regra de qualquer vernáculo, aos nomes próprios não se ofertam traduções, transliterações, versões, dentre outras regras imposta pelas gramáticas, pois, em quase totalidade dos países; como forma de coibir a agressão ao meio ambiente, como já se retro mencionou; pelo mau uso do facilitador, descartado nos leitos das ruas e avenidas, e, conseqüentemente, encontrando como destino final nada mais, nada menos do que as galerias de águas pluviais que, congestionadas, culminam como principais responsáveis pelos alagamentos do verão.

Destarte, nessas ocasiões; que faz o povo?

Ataca aos prefeitos e aos governadores e, desse modo, os responsabilizam por uma ação que é própria, única e exclusivamente, e afeta ao ambiente pelo mal uso de vilões como a sacola plástica que, adentrando as galerias, formam extensas e resistentes barreiras que impedem ao fluxo das águas.

Não obstante, me causa espécime o modelo adotado pelo Brasil, o país do jeitinho que, na pessoa do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recomenda que, dentre outras providências, o quantitativo de, pasmemo-nos, duzentos e dez milhões de unidades produzidas a cada mês fosse, gradativamente, reduzido até o limite – zero – [utopia.].

Primeiro – a sede de beber o vinho adocicado dos lucros financeiros faria as empresas do setor diminuir, realmente, a produção até o limite – zero?... – Não se sabe! Segundo – a forma adotada não seria, por acaso, um meio de se isentar e transferir a outrem a pecha de vilões?

À luz de todo o entendimento, quer-se crer que, claramente, o modelo de proibição adotado por uma nação chamada Brasil visa, literalmente, excluir a Administração Central legando o embate ao comerciante e ao consumidor final que, por uma questão de falta cultura, como sempre desconhece as regras e os preceitos das leis vigentes em sua própria pátria – sim ou não?

Como se vê, corre-se o risco de se ver deflagrada em detrimento da [Quarta Grande Guerra Mundial] nada mais, nada menos do que um novo conflito – [A Quinta Grande Guerra Mundial?]... – Não! [A Primeira Grande Guerra Brasileira] travada nos campos de concentração da Auschivitz do comércio onde os consumidores finais armados dos fuzis de suas contestações, dos mísseis de seus argumentos esdrúxulos, das granadas de suas ignorâncias culturais e de seus tanques de futilidades, se entrincheirarão nos escaninhos da existência e matarão aos comerciantes crucificados em seus próprios estabelecimentos – é verdade!

A quem interessar possa, fica aqui o alerta – programe-se – as sacolas plásticas criadas como elemento facilitador da vida moderna está com os seus dias contados, ainda que, no Brasil, o processo de desativação do uso desse recurso, se revele algo de intangível e inconsistente – creiamos!

O meio ambiente agradece!

Próxima edição